Ação Policial Combate Furto de Energia em Estabelecimentos Comerciais em Santarém

Na manhã de terça-feira, 4 de agosto, a Polícia Civil, em conjunto com a concessionária Equatorial Pará e a Perícia Científica, realizou uma operação em Santarém, no oeste do Pará, visando combater o furto de energia elétrica. A ação se concentrou em dois estabelecimentos comerciais na comunidade São José, situada às margens da rodovia BR-163.
Fiscalização e Descoberta das Ligações Clandestinas
Durante a operação, as equipes técnicas identificaram ligações clandestinas que estavam conectadas diretamente à rede de distribuição de energia. Isso significa que a energia consumida pelos estabelecimentos não passava pelos medidores, resultando em um desvio significativo.
Impacto do Furto e Responsabilidades
A perícia estimou que o montante de energia furtada nos últimos 12 meses alcançou 156 MWh. Para se ter uma ideia do impacto, essa quantidade de energia seria suficiente para abastecer aproximadamente 940 residências populares durante um mês inteiro. Apesar de não haver prisões durante a operação, os proprietários dos estabelecimentos serão convocados pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos, e isso dará início a um inquérito policial.
Consequências Legais e Alertas da Concessionária
A prática de furto de energia elétrica é configurada como crime e pode acarretar em sérias consequências legais para os infratores. Além disso, a concessionária alerta que tais ações aumentam o risco de incêndios e comprometem o fornecimento de energia para a população. Para combater essa ilegalidade, a população pode fazer denúncias anônimas através do número 190 da polícia ou da central 0800-091-0196.
Conclusão
A operação em Santarém destaca a importância da fiscalização e do combate ao furto de energia elétrica, uma prática que não apenas prejudica a concessionária, mas também coloca em risco a segurança da comunidade. A colaboração entre a Polícia Civil e a concessionária é fundamental para garantir um abastecimento de energia seguro e eficiente para todos.
Fonte: https://g1.globo.com













