Vasco Avalia Arena da Amazônia para Semifinal da Sul-Americana em Meio a Impasses

O Vasco da Gama está em busca de uma solução para a realização de sua partida contra o Boca Juniors, marcada para o dia 20 de outubro, pelas semifinais da Copa Sul-Americana. Diante de um impasse em relação ao mando de campo, o clube decidiu sondar a possibilidade de utilizar a Arena da Amazônia como local do confronto.
Alternativas para o Mando de Campo
A administração do estádio amazonense foi contatada pelo Vasco para discutir a viabilidade de receber não apenas o jogo contra o Boca Juniors, mas também o embate contra o Flamengo, que ocorrerá no dia 29 de outubro pelo Campeonato Brasileiro. A consulta foi feita no dia 5 de outubro, coincidindo com a negativa do pedido do clube para utilizar o Maracanã.
Decisão Judicial e Impasses no Maracanã
O Vasco tentou recorrer à Justiça para garantir o uso do Maracanã, buscando uma liminar que obrigasse a Fla-Flu Serviços S.A., concessionária do estádio, a liberar o local para a semifinal. No entanto, o pedido foi indeferido pela juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco, da 2ª Vara Cível da Capital, no mesmo dia em que a consulta à Arena da Amazônia foi realizada. A magistrada apontou divergências nos laudos que avaliaram as condições do gramado, o que gerou preocupação sobre a viabilidade de receber múltiplos jogos em sequência.
Limitações de São Januário e Requisitos da Conmebol
A situação se complica ainda mais para o Vasco, pois a utilização de São Januário não é uma opção viável. O estádio tem capacidade para pouco mais de 21 mil torcedores, enquanto a Conmebol exige que os locais para as semifinais tenham pelo menos 30 mil lugares. Embora o clube tenha obtido um parecer favorável do Corpo de Bombeiros para aumentar a capacidade para cerca de 24 mil, isso ainda não atende ao requisito mínimo estabelecido pela entidade.
Prazos e Expectativas
O Vasco enfrenta a pressão do tempo, já que o prazo para informar à Conmebol sobre o estádio que sediará o confronto contra o Boca Juniors se encerraria no dia 5 de outubro, caso o jogo ocorra fora do Rio de Janeiro. Para estádios na capital fluminense, a definição pode ser feita até 10 de outubro, dez dias antes da partida. Assim, o clube se vê na necessidade de tomar uma decisão rápida e efetiva para garantir a realização do jogo em um local adequado.
Conclusão
A busca do Vasco pela Arena da Amazônia reflete a complexidade da situação atual, marcada por limitações de capacidade e desafios legais. Com a proximidade da semifinal da Sul-Americana e a necessidade de uma solução imediata, o clube continua a explorar alternativas que possam garantir a realização do jogo em condições adequadas para seus torcedores e para a competição.
Fonte: https://www.oliberal.com













