Invasão e Furto na Sede da Associação de Mulheres Rurais em Santarém

A Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais de Santarém (AMTR-STM) foi alvo de uma invasão que resultou em furto em suas instalações, localizadas no oeste do Pará. O crime deixou um rastro de destruição e prejuízos, afetando diretamente as atividades da organização.
Descrição do Crime e Danos Causados
Os criminosos não apenas levaram ferramentas essenciais para o trabalho das integrantes da associação, como também documentos administrativos importantes. A invasão foi marcada pela violência, com o quadro elétrico sendo danificado e os fios cortados, o que comprometeu a infraestrutura utilizada para as atividades de produção e economia solidária.
Reação da Associação e Solicitação de Investigação
Após a descoberta do crime, integrantes da AMTR-STM documentaram os danos por meio de vídeos e expressaram sua indignação em uma nota de repúdio. A diretoria da associação classificou a invasão como um ataque à organização coletiva das mulheres envolvidas na agricultura familiar, enfatizando a necessidade de uma investigação rigorosa.
Demandas de Segurança e Ações Policiais
A AMTR-STM não apenas registrou um boletim de ocorrência, mas também fez um apelo às autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil e a Polícia Militar. A entidade exige que sejam tomadas medidas para identificar os responsáveis pelo crime, recuperar os materiais furtados e aumentar o patrulhamento na região para prevenir novas ocorrências.
Próximos Passos na Investigação
As autoridades policiais iniciarão uma investigação para esclarecer os detalhes da invasão e identificar os suspeitos. Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas a este incidente, mas a expectativa é que a situação seja tratada com a devida seriedade pelas forças de segurança.
Conclusão
A invasão à sede da AMTR-STM destaca os desafios enfrentados pelas organizações de mulheres rurais na região. Com a demanda por justiça e segurança, espera-se que as autoridades respondam de forma efetiva, garantindo a proteção das trabalhadoras e o fortalecimento de suas atividades no campo.
Fonte: https://g1.globo.com













