Corpo de Indígena Vítima de Naufrágio é Encontrado em Oiapoque

O corpo de um homem indígena foi descoberto em estado de decomposição no Rio Curipi, em Oiapoque, no Amapá, nesta segunda-feira (31). A vítima havia sido reportada desaparecida após um naufrágio ocorrido na noite de domingo (30), quando a catraia, uma embarcação de madeira, afundou na região.
Detalhes do Acidente
O incidente aconteceu entre as aldeias Santa Isabel e Manga, onde o homem navegava com sua esposa e seu filho de 10 anos. Ambos conseguiram sobreviver ao acidente, mas estavam desorientados no momento em que foram resgatados. A equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM) foi acionada por volta das 20h para prestar socorro a uma mulher ferida no rio, sem saber inicialmente das outras vítimas.
Ação dos Bombeiros e Busca
De acordo com a sargento Samanta, do CBM de Oiapoque, a equipe chegou ao local e coletou informações sobre o que havia acontecido. Durante a madrugada, moradores da região realizaram buscas na tentativa de encontrar o homem desaparecido. Na manhã seguinte, os Bombeiros continuaram as buscas utilizando transporte terrestre e, com o apoio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), navegaram pelo rio até a área do naufrágio.
Causas do Naufrágio e Recomendações
As causas exatas do naufrágio ainda permanecem indefinidas. A esposa da vítima e o filho não conseguiram esclarecer se a embarcação colidiu com rochas ou com outro barco. Diante da tragédia, o Corpo de Bombeiros reforçou a importância de que todos os navegantes utilizem coletes salva-vidas e equipamentos de iluminação adequados durante a navegação noturna, a fim de prevenir acidentes semelhantes.
Investigação em Andamento
As circunstâncias que levaram ao naufrágio estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Amapá. A atenção da comunidade local e das autoridades se volta para a segurança nas águas, especialmente em regiões onde a navegação é comum, mas os riscos podem ser elevados.
Conclusão
Este trágico incidente destaca a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas nas rotas aquáticas do Amapá. Enquanto as investigações prosseguem, a memória da vítima e o impacto sobre sua família e comunidade permanecem em foco, lembrando todos sobre a fragilidade da vida em situações de risco.
Fonte: https://g1.globo.com













