Suspeito de Homicídio em Alter do Chão Recebe Liberdade Provisória

A Justiça da Comarca de Santarém, localizada no oeste do Pará, decidiu conceder liberdade provisória a um servidor público federal que está sendo investigado em um inquérito policial relacionado ao homicídio de um jovem. O incidente ocorreu nas proximidades da Praia do Cajueiro, na popular vila balneária de Alter do Chão, no início de agosto.
Pedido de Liberdade e Argumentos da Defesa
A decisão favorável ao réu veio após um pedido formal apresentado pela equipe de defesa, composta pelos advogados Igor Célio de Melo Dolzanis e Raimundo Djalma Boaventura Junior. Eles argumentaram que a prisão cautelar do suspeito era desnecessária para o prosseguimento do processo e para a manutenção da ordem pública.
Justificativas para a Liberdade Provisória
Na petição submetida à 3ª Vara Criminal, a defesa destacou que a prisão preventiva deve ser uma medida extrema, utilizada apenas como último recurso. Entre os pontos apresentados, foi enfatizado que o suspeito é réu primário, possui um histórico familiar e social favorável, com residência fixa e uma ocupação regular como servidor público federal.
Elementos da Investigação e Medidas Cautelares
Os advogados também ressaltaram que não havia elementos suficientes nos autos que indicassem a necessidade de manter o suspeito preso, uma vez que as principais testemunhas já haviam prestado seus depoimentos durante a fase de inquérito. Assim, sugeriram que a prisão fosse substituída por medidas cautelares menos severas.
Busca por Evidências e Próximos Passos
Simultaneamente ao pedido de liberdade, a defesa solicitou à Justiça a preservação e análise das gravações de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos ao local do crime. Essa diligência é considerada crucial para entender a dinâmica do ocorrido e buscar esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte do jovem.
Conclusão e Expectativas
Após ser autuado em flagrante logo após o incidente, o suspeito agora aguardará o desdobramento das investigações e da instrução processual em liberdade. O caso continua a ser monitorado de perto, à medida que a Justiça busca esclarecer os acontecimentos trágicos que levaram à morte do jovem na Praia do Cajueiro.
Fonte: https://g1.globo.com













