Suspeito de Incêndio e Ameaças Planejava Fuga para a Guiana Francesa

Um caso alarmante de violência doméstica vem chamando atenção em Oiapoque, no Amapá, onde um homem foi preso após incendiar a casa de sua companheira. O suspeito, que estava planejando fugir para a Guiana Francesa, foi flagrado em um áudio que revela seus planos de evasão.
Áudio Revelador
A polícia obteve um áudio em que o investigado, preso em flagrante no dia 13 de novembro, discute como vender seu celular para financiar a viagem clandestina. Na gravação, ele menciona a necessidade de saber o preço da passagem para Caiena, a capital da Guiana Francesa, e afirma: 'Da Caiena pra lá eu dou meu jeito'.
Fuga Após o Crime
Segundo o capitão Alberto Sá, porta-voz da Polícia Militar de Oiapoque, o homem se escondeu na casa de terceiros logo após o incêndio. Durante esse período, ele começou a articular sua fuga através da fronteira, revelando que já estava em contato com pessoas para facilitar sua saída do Brasil.
Histórico Criminal Preocupante
O suspeito, natural do Rio Grande do Norte, possui um longo histórico criminal com mais de seis boletins de ocorrência relacionados a crimes de violência de gênero. Ele já havia sido preso anteriormente em Santa Catarina, onde utilizou o mesmo método de violência: atear fogo na casa da ex-companheira após agredi-la.
Consequências do Incêndio
No incêndio recente, cerca de 60% da residência da vítima foi destruída, mas ela conseguiu escapar a tempo, sem sofrer ferimentos graves. A atuação eficiente da polícia foi fundamental para impedir que o suspeito conseguisse levar adiante seus planos de fuga.
Reflexão sobre a Violência de Gênero
Este caso ressalta a importância de se discutir e combater a violência de gênero. A reincidência de atos violentos por parte do suspeito destaca a necessidade de políticas públicas que garantam a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.
Conclusão
A prisão do suspeito em Oiapoque é um passo importante na luta contra a violência doméstica. As autoridades permanecem atentas a casos semelhantes, buscando garantir segurança e apoio às vítimas, ao mesmo tempo em que trabalham para prevenir novas tragédias relacionadas à violência de gênero.
Fonte: https://g1.globo.com











